segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Especial Buenos Aires: vai uma cervejinha aí?

Você sabia que aproveitar a cidade de Buenos Aires para tomar uma cervejinha com os amigos também é um programa válido? A capital portenha tem inúmeras opções de bares que vão dos mais descolados até os mais tradicionais. E sentar num deles no fim da tarde para tomar cerveja é uma delícia.

Claro que a cerveja da vez na Argentina é a Quilmes, que, aliás, é patrocinadora do time de futebol Boca Juniors, onde o Maradona jogou. A Quilmes existe desde 1890.

Porém, o mais interessante, é que independente da marca da cerveja, toda e qualquer cerveja pedida na Argentina vem acompanhada de um pote de amendoim. E o melhor, o amendoim é de graça!

O bairro de Palermo Soho, por exemplo, é um local bacana para tomar cerveja, principalmente nos finais de semana. Como o seu nome diz, o local lembra o Soho de Nova York e assim como a Big Apple também é freqüentado por jovens e descolados. Na principal praça de Palermo Soho há diversos bares, inclusive um bar da Quilmes, que oferece também uma ótima empanada.

Já na Recoleta o barzinho “Loucos por Futebol” também é uma boa opção. Inspirado no esporte, o bar tem dezenas de televisores que passam programas esportivos sem parar, além claro de futebol. Se você assistir algum jogo de futebol lá, tenha certeza que não vai perder nenhum lance!

Vinho - Como esse post está um tanto quanto etílico, não deixe também de pedir sempre no almoço e no jantar uma boa garrafa de vinho argentino. É possível encontrar no menu dos restaurantes vinhos excelentes por preços razoáveis, na faixa de 40 pesos, cerca de 23 reais.

Foto: anúncio Quilmes 2004

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Especial Buenos Aires: e a carne argentina?

Como no último mês de julho viajei para Buenos Aires resolvi postar aqui algumas dicas sobre os “hermanos”. Lá não pude deixar de observar algumas coisas bem legais, como a tal meia Silvana.

Outra coisa que normalmente chama atenção de todos que desembarcam ali é a famosa Parrilla Argentina. Mas cuidado! Existem lugares e lugares para comer o churrasco deles. Quem não gosta de carne gordurosa e mal passada, fica frustrado na primeira pedida. Esse foi o meu caso!

O churrasco argentino tem cortes diferentes e não é feito no espeto como no Brasil. Lá as carnes são preparadas em grelhas e a gordura impera em qualquer pedaço! Além disso, por causa dos cortes mais altos é provável que mesmo pedindo uma carne bem passada, a mesma venha crua.

Portanto prefira pedir pratos específicos de carne como o famoso bife de chorizo (contafilé) e lomo (filé mignon). Para acompanhar as carnes é mais comum encontrar opções de batatas e saladas. Se você gosta do arroz branco, esqueça! Parece que os argentinos não têm o costume de comer arroz como nós.

Há diversos restaurantes de parrilla no bairro de Puerto Madero. O lugar é ótimo tanto para almoçar quanto para jantar. Vale lembrar que os cardápios ficam expostos na porta de cada restaurante, assim é possível ver o tipo de comida servido, além de ter uma noção dos preços.

Dica extra: não vá no restaurante “Siga La Vaca”. Situado em Puerto Madero, o local é uma churrascaria argentina bem apresentável. A primeira vista parece bom negócio comer lá. Paga-se um preço fixo para comer a vontade. Porém, as carnes não são boas e o buffet deixa a desejar.

Muitos guias turísticos e até mesmo funcionários de hotéis recomendam esse restaurante. Mas na minha opinião, se for possível...fuja da vaca! Há outras opções mais saborosas em Buenos Aires.

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Meia-calça e o seu ar da graça


Faz um tempinho que eu não passo por aqui! Acho que foi falta de inspiração. Mas vamos ao que interessa. Fui para Buenos Aires na última semana e lá achei a lojinha mais bacana de meias que já vi. Vocês conhecem a Silvana Swiss Origin?

Pois é. Em cada canto de Buenos Aires há um corner vendendo essas maravilhas. São meias-calças de todos os tipos: na canela, com pé, sem pé, colorida, prateada, fio 40, fininha, redutora de barriga, fashion e etc. Dá vontade de comprar tudo.

Pena que no Brasil, talvez por causa do nosso clima, não encontramos tanta variedade de meias. Mas acredito que a brasileira está mudando o seu estilo, tanto que nesse inverno a meia-calça apareceu desfilando com saia, shorts e em diversos locais tupiniquins mais frios.

Mas o interessante, é que a proposta da Silvana Swiss é levar a meia-calça, ou só meias mais bonitas, nas combinações do ano todo. E não é que o look fica mais legal? Quer ver mais sobre a marca: www.silvanaswissorigin.com.ar

quinta-feira, 19 de junho de 2008

O sucesso da Disney

Quando falamos em parques de diversão pensamos logo no “Walt Disney World”. O mais famoso e tradicional parque do mundo é até hoje o sonho de “consumo” de muitas crianças e adultos. E com as férias de julho se aproximando, a Disney se torna o principal destino de viagem de muitas famílias. Por isso alguns podem se perguntar: como um parque, com mais de 50 anos, ainda faz tanto sucesso?

A resposta é simples. Na criação do complexo de parques em Orlando (EUA), na década de 50, Walt Disney impôs três conceitos básicos para o sucesso, que são seguidos até hoje:

  • Diversão para os adultos: quem pensa que a Disney é apenas para crianças, engana-se. Walt Disney criou o parque com a intenção de proporcionar diversão para crianças e adultos, independente da idade.

    Diz a história, que ao levar suas filhas em alguns parques da Califórnia, ele percebeu que os pais não podiam se divertir com os filhos. Por isso ele colocou na Disney diversas montanhas russas, shows e atrações para todos.

  • Limpeza: se tinha algo que incomodava o Sr. Walt Disney na década de 50 era a sujeira dos parques de diversão. Dizem que numa das visitas ao seu parque junto com alguns diretores, Walt Disney viu uma sujeira no chão. Sem pensar duas vezes, ele mesmo abaixou e recolheu o lixo.

    Ao ver a cena, um dos diretores, indignado, exclamou: Sr. Disney! O Sr. é o dono desse parque, não pode recolher o lixo”. Mas Disney retrucou: “esse parque tem que estar sempre limpo. E a limpeza começa de cima. Eu vou limpar esse parque, você vai limpar esse parque, a pessoa abaixo de você vai limpar, sucessivamente até chegar de fato nas pessoas da limpeza”.

    Nem precisa dizer o que aconteceu depois. Até hoje a limpeza é primordial nos parques.

  • Mundo Encantado: o último e talvez o mais forte dos conceitos, pelo menos na minha opinião, é o mundo da fantasia. O complexo de parques em Orlando foi criado bem no meio do terreno de Walt Disney. Isso porque, ele não queria que seu parque tivesse qualquer interferência externa.

    Isolado da cidade, o parque é um mundo a parte, um mundo encantado, de diversão e fantasia. É por isso que até hoje não encontramos, por exemplo, jornal e televisões com noticiários dentro e perto dos parques, muito menos propaganda. A idéia é que ali as pessoas possam esquecer o mundo real e entrar no espírito da diversão.

    De acordo com um dos funcionários da Disney, se um dia um desses três itens citados deixar de acontecer, é porque o império está em decadência!


  • Foto: Donata Lustosa

    quarta-feira, 18 de junho de 2008

    Rally dos Sertões inspira coleção no Fashion Week

    Aproveitei o momento Fashion Week e Rally dos Sertões e publiquei uma matéria sobre o assunto no: www.webventure.com.br que segue aqui também no blog. Não deixem de ver no post abaixo as fotos com os detalhes mencionados na matéria.

    São Paulo - Enquanto o Rally dos Sertões aquecia os motores na noite da última terça-feira (17) com o prólogo, a semana de moda São Paulo Fashion Week mostrava as primeiras coleções primavera verão 2008/09. E curiosamente pela primeira vez esses dois eventos tão distintos nunca estiveram tão próximos.

    O Sertões serviu de inspiração para a coleção da marca Forum Tufi Duek, apresentada também na terça-feira. A passarela cor de areia junto com um fundo avermelhado, que remetia a cor do pôr-do-sol, criou de forma simples um cenário típico do Rally.

    As modelos, mais femininas que os pilotos dos Sertões, não deixaram de mostrar toques da competição, principalmente da categoria motos. Algumas surgiram na passarela com capacetes, casaco estilo motoqueiro e luvas esportivas. Mas tudo com muito charme e delicadeza.

    As cores usadas por Tufi Duek foram basicamente o branco, o areia e um pouco do dourado velho. Assim com essa cartela de cores criou-se na coleção um ar desértico. Duek também usou tecidos fluidos que transmitiram a sensação do vento e da velocidade.

    Os cortes de algumas criações eram no formato de pequenas ondas, como o formato da areia. “A roupa foi toda baseada na sinuosidade das curvas da própria areia ou até mesmo nas curvas de uma trilha de motociclistas”, revelou o estilista após o desfile.

    Mas o que chamou atenção foram os vestidos estampados. Com toque fotográfico, os vestidos tinham estampa de areia e água inspirado nos Lençóis Maranhenses, que também parecia um dos cenários de passagem dessa edição do Sertões: as dunas do Rio Grande do Norte. Além disso, essas estampas foram apresentadas em diferentes cores, que de acordo com Duek, eram o amanhecer, o entardecer e o anoitecer.

    As semelhanças com o Rally não pararam por aí. Algumas modelos usaram correntes douradas, numa espécie de gargantilha, que se assemelhavam aos pneus de motos quando amontoados um em cima do outro. Para Duek essa coleção mostrou a força da mulher que pode até competir um rally.

    A coleção primavera verão Forum Tufi Duek mostrou que moda e esporte podem sim ter uma ligação. A semana de moda São Paulo Fashion Week continua na Bienal do Ibirapuera (SP) e vai até o dia 23 de junho. O Sertões também segue em frente e o vencedor de cada categoria poderá ser conhecido no dia 27 de junho em Natal (RN).

    Desfile Forum Tufi Duek


    Estampa inspirada nos Lençóis Maranhenses - Foto: Divulgação SPFW

    Dunas do RN, local de passagem do Rally desse ano - Foto: Ativa Litoral Off Road

    Cenário típico do Sertões - Foto: divulgação SPFW

    Marieta Moraes única mulher no Sertões 2006 e pôr-do-sol do Rally - Foto: Tom Papp/ webventure

    Gargantilha dourada lembra os pneus abaixo - Foto: Divulgação SPFW

    Pneus no Rally dos Sertões desse ano - Foto: Theo Ribeiro/ webventure

    terça-feira, 17 de junho de 2008

    Sex and the City e Louis Vuitton

    O seriado norte-americano Sex and the City dessa vez está nas telonas. Sucesso de bilheteria nos Estados Unidos, ultrapassando o “velho” Indiana Jones, a série de TV, que revolucionou uma nova geração de mulheres, virou filme e não perdeu sua essência.

    Em uma das cenas da película, Carrie Bradshaw, interpretada por Sarah Jessica Parker, mais madura e bem sucedida, presenteia sua assistente com uma bolsa Louis Vuitton. A cena até arrancou suspiros das espectadoras do cinema. Mas porque uma simples bolsa pode ser desejada por tantas mulheres?

    Atualmente as “boas” marcas vendem muito mais que um produto. Elas vendem um estilo, uma história, uma essência (veja o filme abaixo). É o caso da Louis Vuitton que mescla o moderno com o tradicional.

    Suas campanhas publicitárias escolhem a dedo seus personagens. Já fizeram parte desse time de estrelas Louis Vuitton o guitarrista Keith Richards, a atriz Catherine Deneuve e até o comunista russo Mikhail Gorbachev.

    Mas além do marketing em cima da marca, a qualidade desses produtos de luxo é muito importante. A Louis Vuitton, por exemplo, é uma marca que já existe há 154 anos e tem um cuidado todo especial na fabricação dos seus produtos, principalmente com as malas de viagem, item mais tradicional da marca.

    De origem francesa, até hoje as malas são feitas à mão e na França. Isso significa que você nunca verá uma Louis Vuitton original feita em outro país. Se isso acontecer é sinal que o império está em decadência.

    Só para ter uma idéia, uma valise pode demorar cerca 15 horas para ficar pronta. É por causa de particularidades como essas que algumas marcas sobem ao patamar de itens de desejo. E por falar em desejo...essa é uma pauta para um novo post! Até lá!